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Já está disponível o décimo primeiro texto de análise mensal da execução orçamental, um projeto IPP.

A análise da execução orçamental de agosto de 2016 feita para o Observador, “Execução orçamental de agosto. Impostos e hospitais baixam média da turma”, pode ser encontrada através deste link.

A execução orçamental de agosto revela que há problemas na arrecadação da receita fiscal, a qual está muito aquém da meta estabelecida para 2016. No entanto, dada a execução rotineira que se registou, mantemos a nossa previsão para um défice acima do estabelecido no Orçamento (2,2%), mas com um desvio de apenas 0,4% a 0,6% – o que permite cumprir o limite dos défices excessivos (3%) não considerando, é claro, os efeitos da recapitalização da Caixa Geral de Depósitos.

Realça-se nesta análise o fraco contributo que os impostos diretos apresentam para a consolidação orçamental, sendo de destacar a grande deceção com o IRS (cujo acumulado registou um decréscimo homólogo de 9,4%). Positivamente destaca-se não só o crescimento homólogo de 7,4% da receita fiscal associada aos impostos indiretos, como também o aumento das contribuições acumuladas.

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